Em agosto de 1988 o Playcenter, em São Paulo, organizou o primeiro evento Noites do Terror, que foi inspirado em uma das maiores festas da cultura americana, o Halloween. O Parque recebia ambientação especial, tinha uma programação de shows, recursos deluz e som, que criavam um clima de “terror”.


Com 25 anos de sucesso e mais de 10 milhões de visitantes, em 2013 as Noites do Terror ultrapassam fronteiras e prometem invadir também outras cidades. Confira um pouco da história das Noites do Terror, o evento que se tornou o maior fenônemo de público do Playcenter.

A surpresa foi o mote do ano de inauguração das Noites do Terror, com o tema “O medo aparece onde você menos espera”. Era literalmente o que acontecia, pois seres pulavam de esconderijos montados pelo parque, pregando peças nos visitadores de primeira viagem. Já em sua segunda edição, foi convocada uma presença de peso para liderar as hordas de seres do além: o coisa-ruim, em carne e enxofre. Com a promessa de “Uma diversão do capeta”, a segunda incursão ao inferno contou com uma performance de um escolado no assunto: José Mojica Marins, o praguejador Zé do Caixão.

O Canhoto voltou em 1990 (“Deixe que o diabo te carregue para a diversão do capeta”), e invadiu o corpo de todos os outros personagens, fazendo com que virgens fossem sacrificadas em sua homenagem e verdadeiras missas negras fossem celebradas ao seu louvor. Nos anos de 91 (“Você também vai perder a cabeça”) e 92 (“A hora do pesadelo ao vivo com Freddy Krugger”), os protagonistas dos filmes de terror que deixam qualquer um dormindo com um olho aberto passaram a fazer parte da brincadeira. Freddy, por exemplo, era assassinado de várias maneiras ao mesmo tempo, em diferentes pontos do complexo de diversão.

“Até hoje você só brincou de sentir medo”, declarou o parque em 1993, prometendo que toda a adrenalina gasta até então era fichinha perto do que seria aquela edição. No ano de 1994, o desafio foi além – “Sobreviva se conseguir” – e, resgatando os melhores filmes e peças de teatro do gênero do terror, não restou um pêlo sem se ouriçar.

Os brinquedos também se aliaram às forças do mal na edição de 1995, que mudava o ditado popular para “Quem é morto sempre aparece”. As montanhas-russas, o Evolution e todas as outras atrações ganharam ares macabros com decoração especialmente tétrica, além da criação de um Cemitério Maldito – para a maior comodidade dos defuntos.
1996 foi o ano de experimentar a Claustrofobia, em uma atração especialmente projetada para o tema “Aqui o pavor vai de carona”. A lista de convidados para a festa de 10 anos de Noites do Terror, em 97, era enorme e, dentre os que apagaram velinhas – e velhinhas –, o boneco assassino Chucky e todos os integrantes da Família Addams. Após encarnar em outro mundo, em 1998, a festa tétrica voltou ao tema “Quem é morto sempre aparece” em 1999 e, em 2000, o parque foi inteiro retalhado em um massacre da serra-elétrica: eram as “Noites do Terror Parte 13”.

A apoteose de 2001 ficou por conta das alegorias carnavalescas que ilustravam a luta do céu contra o inferno, já que o aviso do ano era: “Os demônios estão em Toda Parte”. Em sua festa de debutante, aos 15 anos, as Noites do Terror prometeram se superar, com aflitivos labirintos e um tributo ao rei da sociedade alternativa, Raul Seixas.

A realidade histórica norteou a edição de 2003 a mostrar as atrocidades dignas de contos de terror que aconteceram durante a Idade Média, a era das trevas. O tema – e o medo – eram duplos em 2004, quando, baseado na “Divina Comédia”, de Dante Aleghieri, as Noites do Terror viraram 2 eventos completamente distintos. Foi a vez da mitologia grega ser contemplada em 2005, com uma grande festa para Tânatos, o deus da morte. Em 2006, Nostradamus e suas profecias dominaram o parque, no “Final dos Tempos”.
Para comemorar os 20 anos, o espetáculo de 2007 juntou todos os pesadelos em um só: foram 6 áreas, cada uma resgatando um dos motes que já atormentaram milhões de pessoas nestas duas décadas de existência. 

Ao chegar aos 21 anos em 2008, as Noites do Terror deu um salto no espaço e no tempo. Como que por uma maldição dos deuses sobre os faraós, todas as pragas do Egito Antigo foram lançadas sobre o Playcenter.

Inspirada na obra do escritor brasileiro André Vianco, “Noites do Terror, A Noite Maldita” trouxe para o evento de 2009, uma São Paulo abandonada que se tornou refúgio de vampiros. Em 2010 o parque foi tomado por fantasmas, poltergeists, possessões e exorcismo durante as “Noites do Terror – A Leião dos Espíritos”.
Em 2011, com o tema “Profecias Macabras , o Playcenter abriu suas portas para receber cavaleiros vindos da escuridão, falsos profetas, adivinhos com as cabeças voltadas para trás e outros seres capazes de gelar a espinha até dos mais céticos.
Fechando em grande estilo, as criaturas mais aterrorizantes que durante anos assustaram milhões de visitantes voltaram em 2012 para “Últimas Noites do Terror – Todos os Medos Juntos”. Em sua ultima edição no Playcenter, personagens e criaturas mais famosos do festival, como Jason, Freddy Krueger, a menina de O Exorcista e outra centena de personagens marcaram presença no evento que completou 25 anos.

Fim
será?

YUPIE! PARK 
ESTÁDIO DO PINHEIRÃO – CURITIBA – PR
AV. VICTOR FERREIRA DO AMARAL.S/N
ABERTO DE TERÇA A DOMINGO A PARTIR DAS 14HRS

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