Voltar a 3.000 anos e reimaginar a época dos antigos egípcios é uma coisa tanto curiosa e interessante de se explorar. Trazer a vida em proporções e realismo exorbitantes mais ainda. Mas impossível? Com toda certeza não. E a prova disso está no Hopi Hari, uma atração localizada na região de Mistieri: o KATAKUMB.

Uma das atrações de terror/horror mais conhecidas do parque e da região, traz muitas histórias e curiosidades desde sua criação até os dias de hoje.

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– História e Construção

O que nós conhecemos hoje como o templo egípcio amaldiçoado, poderia ser algo totalmente diferente. A ideia original do Hopi Hari, era trazer algo semelhante ao Castelo dos Horrores do Playcenter, com isso a “Indiana Mystery”, responsável pelo projeto foi chamada, mas ofereceram uma proposta ao parque para trazer algo novo e diferente. A partir daí, nascia a concepção de Katakumb.

Em uma área de 800 metros quadrados, foi instalada uma réplica do templo de Ramsés II em  tamanho real.

A fachada em argamassa imitando pedra, conta com oito esculturas de aproximadamente dez metros cada, que reproduzem as colunas originais do Ramsseum, na cidade de luxor.

Tronos, esculturas de deuses egípcios, paredes com afrescos, passagens secreta, candelabros, esculturas talhadas, paredes inteiras em alto e baixo relevo, hieroglíficas e tetos talhados fazem a comparação com o templo de Ramsés II.

– Inspiração, Ramsseum e o Katakumb

Segundo Juan Espeche, diretor executivo e sócio fundador da Indiana Mystery, a inspiração veio em uma de suas viagens ao Egito:

“A inspiração sempre surge no próprio local. Respirando, tocando o chão, olhando durante alguns dias. Até que vi o Ramesseum e resolvi fazer uma réplica dele. Nunca foi feita uma réplica assim em escala real…”

Em uma rápida consulta com o Dr.Google, aprendemos que o Ramesseum foi o templo funerário do faraó Ramsés II, situado na margem ocidental de Tebas, construído e dedicado ao Deus Amon e ao próprio faraó.

– Percurso

Todo o contexto de Katakumb tem uma história por trás de cada uma das salas ali montadas, sendo elas existentes e replicadas na atração. Confira cada uma delas em sua ordem:

– Templo de Abu Simbel: Construído por Ramsés II para ele e sua esposa Nerfetaru, os pilares da sala representam a morte e a ressurreição, o além e o mundo dos vivos;

– Altar de Alkhenaton: Sala do faraó mais misterioso da história do Egito antigo;

– Tumba dos Faraós: Com entradas estreitas assim como a de uma pirâmide real, nessa sala estão as tumbas e múmias de antigos Faraós;

– Sala das mumificações: Um método fascinante adotado pelos egípcios, mas temido por muitos nos dias de hoje, por medo de algum corpo levantar daquele lugar;

– Sala de Tutankhamon: A única tumba encontrada intacta, sua peça original pesa aprox. 110kg de ouro maciço. Mas o que será que ela esconde em Katakumb?;

– Altar de Cleópatra: O terror dos últimos dias de vida de vida da última Rainha do Egito;

– A maldição da Serpente: A serpente era um animal cultuado pelo povo egípcio, assim foi  construído um altar para adoração, mas nem tudo foi tão lindo;

– A Tumba de Iru-Ka-Ptah: Réplica de uma das salas da pirâmide do Faraó Djoser no templo de Saqqara, mas que guarda uma maldição que arrepia a espinha de qualquer um.

– Mais do que qualquer outra atração

Em sua construção, a atração recebeu um cuidado muito especial e que poucos sabem a real história:

“Este é o templo de Sakhara (foto abaixo). Um lugar muito importante. Eu trouxe uns três kilos de areia do interior dele e coloquei na base do Katakumb antes de iniciar a construção para alinhar a energia com o Egito.”

Em sua concepção, além de uma atração de terror, o Katakumb seria utilizado como conteúdo cultural:

“Ninguém sabe de nada, pois na época a proposta de visita cultural foi descartada. Conseguimos fazer um walkthrough bem assustador e com muito conteúdo ao público.

Existiria uma visita cultural muito divertida e didática, onde ao final entregávamos um diploma. Levei o cônsul egípcio e ele chorou de emoção.

Nos dias de hoje, o Katakumb está sob administração do próprio parque com produção interna. E ainda sobre a atração, Espeche continua:

“Essa atração é uma obra maravilhosa. Um arqueólogo pode ler os textos em hieróglifos esculpidos na fachada.”

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